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sábado, 27 de outubro de 2012

O melhor amigo das mulheres



 Do homem todos já sabem quem é, mas o companheiro delas, bem, ele ainda não foi eleito. Todavia, trago um candidato forte, bonito e barulhento: o salto alto. Apesar de usarem no cotidiano, eu aposto que nem 1/28 avos das mulheres sabem da história dele.

A origem do calçado remonta, veja só, ao ano de 3.500 a.C., lá na terra dos faraós. Claro que não eram utilizados para embelezar, mas sim para demonstrar uma maior posição social; os pobres andavam descalços e os ricos com um saltinho básico.

Desde então, passando por diversas alterações, o calçado incorporou: mudou de forma e de tamanho.O sapato de salto alto chega à sua função de hoje em dia no século XVI, com Catarina de Médici. No casório com o rei da Inglaterra Henrique II, a noiva, que não era das mais altas, colocou o sapato e, como não dá para correr com salto, andou pro abraço.



Deixando de lado a parte histórica, o calçado sempre cumpriu a sua função com maestria em qualquer época. Não é unanimidade entre as donzelas e senhoras da sociedade, mas realça quem usa, como um arranha-céu numa cidadezinha do interior.

A mulher com salto ganha um status de poder, de altivez. Torna-se um destaque e é rapidamente notada no recinto. Portanto, caros leitores, valorizem as mulheres que sofrem com dores para ficarem mais bonitas. Ode aos saltos! Ode às mulheres!


sábado, 20 de outubro de 2012

"Vocês são cebolas"


Sim, também fiquei espantado quando ouvi isso numa sexta-feira - a primeira da faculdade. A aula não havia começado direito e ela manda um disparate desse, os olhares - ainda sem amizade - se encontraram e aquela típica expressão de "ahn ?" tomou conta. Ao decorrer do tempo, percebemos que não tinha nada em relação ao nosso cheiro.

De fato, somos cebolas. Eu, você, sua paquera e até seu vovô. O que nos caracteriza desse modo são as diversas vivências que levamos durante a vida (Ah, jura, Luiz ?). Cada um enxerga o fato de modo de diferente de outro; os seus olhos são diferentes dos meus, que são diferentes dos dele e por aí vai, até chegarmos no tataravô Adão.

O julgamento do Mensalão, por exemplo. Na última sessão, o ministro relator Joaquim Barbosa, condenou a cúpula petista pelo crime de formação de quadrilha. Não obstante, o ministro revisor Ricado Lewandowski inocentou todos os 11 réus do processo. Nesse caso específico, as emoções ficam em segundo plano, mas a análise dos fatos fica no pódio.


Como pode um mandar todo mundo pro xilindró e o outro para passear, ambos com argumentos válidos ? É enxergar de diversos modos, criançada selvagem. Seguindo essa linha, o mundo avança. Alguns pensando que o azul é melhor que o amarelo, outros colocando o vermelho em primeiro. Mas, não se esqueça, somos todos cebolas.